por | em Invista em Qualidade | Comentários desativados em Reportagem Mary Yamada

No começo era uma tortura!!! Eu queria muito aprende a falar inglês porque sabia que um dia talvez quem sabe ia servir para alguma coisa, mas entre saber que é importante e realmente querer aprender inglês havia uma granndeee diferença.
Fui então à pbf hoje SPEED UP IDIOMAS e me matriculei.
Eu era a piorzinha da sala, meu inglês era umaaa… bom digamos muito ruim. E como se não bastasse isso, eu peguei o Alex para ser meu professor. Um tormento!! Achava que estava pagando meus pecados e que nunca iria aprender inglês.
Quatro anos depois eu era fluente e estava indo para o Canadá passar um mês, totalmente sozinha.
Como eu era menor tive que ser acompanhada durante toda a viagem, desde o aeroporto de São Paulo até Vancouver, no caminho encontro mais duas brasileiras, patys. Não sei se foram minhas roupas (camiseta e jeans, como o Alex dizia me vestia que nem menininho) ou se foi minha cara de pivete, mas de começo elas não foram muito com a minha cara não. E elas iriam continuar a me tratar mal durante toda a viagem se não fosse um pequeno incidente, já em território estrangeiro, que quase impediu uma menina de entrar no Canadá.
Se me lembro bem ela não possuía uma carta da escola, onde ela iria estudar, comprovando que não estava indo para lá com segundas intenções. E como os caras da alfândega são suupeeeer gente fina com os estrangeiros, a coitada não estava entendendo bulufas. Como estava por perto resolvi ajudar, conversei com o cara expliquei o que ele queria para menina e no fim deu tudo certo.
Curso de inglês: R$ ……..(coloca o valor pq eu não lembro qto eu gastei)
Viagem para fora do país: Uns 10 mil?? Sei lá não fui eu que paguei
Dar um show em umas patizinhas no exterior: não tem preço!!!
Depois disso a viagem ficou mais sossegada, até virei professora temporária! Eu vivia cercada de japoneses, coreanos e chineses que queriam aprender a pronunciar corretamente a Língua Inglesa.
Hoje eu não tenho o inglês como profissão, mas continuo estudando, cada vez mais aprofundado simplesmente por prazer, porque me faz bem. De obrigação chata e irritante o inglês passou a ser uma das coisas mais prazerosas da minha vida.

Mariana Yamada